Igreja Luterana de VitóriaCongregações Redentor e Castelo Forte

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Os horários dos cultos mudaram neste fim de semana

Em razão da 64ª Convenção Nacional da IELB, houve alterações nos horários dos cultos de 10 e 11 de outubro.

Confira a programação atualizada antes de sair de casa!

Igreja Luterana de VitóriaCongregações Redentor e Castelo Forte

PARÓQUIA EVANGÉLICA LUTERANA REDENTOR

Nossa História

Uma história de fé, comunhão e missão na Grande Vitória

A história da Paróquia Evangélica Luterana Redentor é marcada pela fé em Jesus Cristo, pela dedicação de pastores e membros e pelo desejo de levar a Palavra de Deus a cada vez mais pessoas. Ao longo das décadas, aquilo que começou com pequenos encontros em residências tornou-se uma comunidade de fé que continua anunciando o Evangelho e servindo à população da Grande Vitória.

  1. 1950Os primeiros cultos
  2. 1961Fundação da Redentor
  3. 2000Fundação da Castelo Forte
Fachada atual da Congregação Redentor, na Ilha do Príncipe
Congregação RedentorIlha do Príncipe · Vitória · Hoje
Fachada atual da Congregação Castelo Forte, em Maruípe
Congregação Castelo ForteMaruípe · Vitória · Hoje

Os primeiros passos da Igreja Luterana na Grande Vitória (1950–1961)

Nossa história começa em 1950, quando os primeiros cultos luteranos passaram a ser realizados na residência do Sr. Henrique Faller, em Argolas, Vila Velha. Esses encontros eram conduzidos pelo pastor John Wentzel, de Rapadura, Domingos Martins.

Um passo importante aconteceu em 22 de fevereiro de 1958, com a chegada do pastor Frederico H. Seide, primeiro missionário responsável pelo trabalho luterano em Vitória. Naquela época, a missão contava com apenas 24 pessoas. Os cultos eram realizados duas vezes por mês, utilizando as dependências da Igreja Metodista e também uma residência na Glória, em Vila Velha.

Em 7 de março de 1959, foi realizado o primeiro culto com Santa Ceia em uma sala alugada na Rua Moscoso, nº 62, no bairro Paul, em Vila Velha, reunindo 42 pessoas. A partir desses primeiros encontros, o trabalho missionário foi se consolidando e alcançando novas famílias.

A fundação da Congregação Redentor (1961)

O dia 16 de junho de 1961 marcou oficialmente a fundação da Igreja Evangélica Luterana Redentor, inicialmente estabelecida em Vila Velha.

Naquela ocasião, 12 membros votantes assinaram os estatutos da nova congregação. Sua primeira diretoria teve como presidente Florêncio A. C. Müller, acompanhado de outros membros que assumiram a responsabilidade de organizar e fortalecer a comunidade. O pastor Frederico H. Seide acompanhou esse importante momento como seu primeiro pastor.

A comunidade crescia e sonhava com um espaço próprio para os cultos e demais atividades. Em 1961, decidiu-se procurar um terreno em uma região mais central, que pudesse favorecer o desenvolvimento da missão.

Esse sonho começou a se concretizar em 16 de julho de 1964, com a aquisição de um imóvel na Ilha do Príncipe, em Vitória, local onde a Congregação Redentor permanece até hoje.

Poucos dias depois, em 23 de julho de 1964, foi realizado o primeiro culto no salão próprio da igreja. O espaço havia funcionado anteriormente como bar e restaurante e foi adaptado para receber a comunidade.

Com o passar dos anos, o trabalho continuou crescendo. Em 1969, iniciou-se o projeto de construção de um templo, cuja obra foi concluída em 1973, com o empenho dos membros e o apoio recebido de irmãos na fé.

A Congregação Redentor tornou-se, assim, um importante ponto de referência da presença luterana em Vitória, reunindo famílias em torno da Palavra de Deus, dos Sacramentos, da comunhão e do serviço cristão.

Uma comunidade que cresce e anuncia o Evangelho

A missão da Redentor nunca ficou limitada às paredes de seu templo. Desde os primeiros anos, a congregação participou da expansão do trabalho luterano em diferentes localidades do Espírito Santo.

A primeira comunidade filha foi a Congregação Esperança, em Campo Grande, Cariacica. O trabalho missionário naquela região ganhou força especialmente em 1975, com a atuação do estagiário de teologia Elias Renato Eidam, que realizou visitas às famílias e contribuiu para a organização da nova comunidade.

Na sequência, o trabalho missionário também se desenvolveu em outras localidades:

  • 1978 — Santa Leopoldina e região: as comunidades de Santa Leopoldina, Holanda, Bragança e Santa Teresa foram desmembradas da Paróquia Redentor para constituir uma paróquia própria, dando continuidade ao trabalho luterano já desenvolvido nessas localidades.
  • 1979 — Congregação Emanuel, em Carapina, Serra: após o início do trabalho missionário na região, foi realizada, em 16 de dezembro de 1979, a assembleia de desmembramento e o culto festivo da nova congregação.
  • 1983 — Congregação Paz, em Vila Velha: o trabalho iniciado no bairro Ataíde, com o primeiro culto oficial em 6 de julho de 1980, resultou na fundação da congregação em 30 de outubro de 1983.
  • 1996 — Congregação Cristo Redentor, em Novo Horizonte, Serra: em assembleia realizada em 8 de setembro de 1996, foi decidido que a Congregação Cristo Redentor passaria a integrar a Paróquia de Nova Carapina a partir de janeiro de 1997. Esse registro marca uma importante etapa da organização do trabalho luterano naquela região.
  • 2000 — Congregação Castelo Forte, em Maruípe, Vitória: nascida do trabalho missionário iniciado em 1995 na região de Itararé, Tabuazeiro e Maruípe, tornou-se a segunda congregação da Paróquia Redentor.

Essas iniciativas demonstram o compromisso missionário que acompanha a história da Redentor: anunciar o Evangelho, formar comunidades cristãs e levar a Palavra de Deus a novos lugares.

A igreja também desenvolveu atividades com crianças, jovens, famílias e idosos, além de encontros de corais, estudos bíblicos e iniciativas de assistência à comunidade.

A música sempre ocupou um lugar especial nessa caminhada. O Coral Redentor, os encontros musicais e as celebrações festivas contribuíram para tornar a congregação um espaço de louvor, convivência e testemunho cristão.

Em 1980, a comunidade também participou do início do programa televisivo Expectativa, transmitido pela TV Gazeta, ampliando o alcance da mensagem cristã para além dos cultos presenciais.

O início do trabalho em Maruípe (1995–2000)

Na década de 1990, surgiu um novo desafio missionário: levar o trabalho da Igreja Luterana à região de Maruípe, em Vitória.

Em 14 de maio de 1995, após um estudo bíblico realizado na residência do Sr. Ernandes Bermond, no bairro Itararé, decidiu-se iniciar atividades semanais naquela região.

O primeiro culto aconteceu em 26 de maio de 1995, na escola de Waldette Schmidt, em Tabuazeiro. Era o começo de uma nova comunidade que, anos mais tarde, receberia o nome de Congregação Castelo Forte.

Reconhecendo a importância desse trabalho, a Congregação Redentor decidiu chamar um segundo pastor para auxiliar no atendimento pastoral e na expansão missionária. Em 31 de outubro de 1995, foi instalado o pastor Mario Lehenbauer, que teve participação importante no desenvolvimento da nova frente missionária.

Em 24 de março de 1996, foi aprovada a aquisição de um terreno na Rua Osvaldo Cruz, em Tabuazeiro, destinado à construção de um templo, espaços para atividades comunitárias e uma residência pastoral.

A construção avançou com o esforço e a dedicação dos membros. Em 15 de outubro de 1997, ainda com o templo inacabado, foi realizado o primeiro estudo bíblico no novo espaço, reunindo 75 pessoas.

Pouco depois, em 30 de novembro de 1997, primeiro domingo do Advento, aconteceu o primeiro culto no templo em construção, conduzido pelo pastor Mario Lehenbauer.

Esses acontecimentos demonstravam que o trabalho missionário estava criando raízes e que uma nova congregação estava surgindo.

A fundação da Congregação Castelo Forte (2000)

No ano de 2000, foi fundada a Congregação Evangélica Luterana Castelo Forte, fruto do trabalho missionário iniciado pela Congregação Redentor na região de Maruípe.

Sua formação representou a concretização de anos de dedicação, visitas, estudos bíblicos, cultos e envolvimento de muitas famílias que desejavam fortalecer a presença da Igreja Luterana naquela região.

Em 31 de outubro de 2000, Dia da Reforma Luterana, aconteceu a inauguração oficial da Congregação Castelo Forte, em uma celebração especial de gratidão a Deus.

O culto festivo teve como pregador o pastor Waldir Léo Sabka, que havia servido anteriormente à Congregação Redentor. A celebração contou com a presença de diversos pastores do Distrito Capixaba, membros das comunidades e a participação do Coral Redentor.

A escolha do nome Castelo Forte expressa a confiança em Deus como nosso refúgio e fortaleza, lembrando o conhecido hino de Martinho Lutero, inspirado no Salmo 46.

Assim, a Castelo Forte passou a escrever sua própria história, mantendo os mesmos fundamentos de fé e a missão de anunciar a salvação em Jesus Cristo.

Uma só paróquia, duas congregações

Hoje, a Paróquia Evangélica Luterana Redentor, filiada à Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB), é formada por duas congregações em Vitória:

Congregação Redentor — Ilha do Príncipe

Fundada em 16 de junho de 1961, é a comunidade que deu origem à nossa paróquia e de onde partiram importantes iniciativas missionárias.

Congregação Castelo Forte — Maruípe

Fundada em 31 de outubro de 2000, nasceu da expansão do trabalho missionário da Redentor, iniciado na região em 1995.

Juntas, as duas congregações compartilham a mesma fé, a mesma confissão luterana e o compromisso de anunciar Jesus Cristo como Salvador.

Nossa história continua

Mais do que prédios, datas e acontecimentos, nossa história é feita de pessoas que, ao longo de gerações, ouviram a Palavra de Deus, foram fortalecidas pela fé e colocaram seus dons a serviço do próximo.

Recordamos com gratidão os pastores, as lideranças e os inúmeros membros que contribuíram para a caminhada da Paróquia Redentor. Cada geração deixou sua contribuição, enfrentou desafios e ajudou a preparar o caminho para aqueles que vieram depois.

Seguimos com o mesmo propósito que motivou os primeiros missionários: anunciar a salvação pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo, e servir ao próximo em amor.

Porque nossa história não é apenas aquilo que Deus realizou entre nós no passado. É também aquilo que Ele continua realizando hoje, por meio de sua Palavra, em nossas congregações e na vida de tantas famílias.

“Até aqui nos ajudou o SENHOR.” — 1 Samuel 7.12
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