O cirineu que carregou a cruz de Cristo – Série Meditações Quaresmais

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Por Redação Luterana Vitória | 16 de março de 2013 às 1:00 | Nenhum comentário |

Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão,a quem obrigaram a carregar-lhe a cruz.                                (Mateus 27.32)

O cortejo chegou ao ponto mais fundo do vale. Agora começaria a lenta subida ao monte Gólgota. Jesus caiu exausto sob o peso da cruz. Não é de admirar. Por tudo o que sofreu nas últimas horas, desde quinta-feira à noite, quando foi preso. Suas forças
humanas se esgotaram. Os soldados viram que não adiantava chicotear. Olharam em derredor para ver quem poderia ajudar. Não fizeram isto por compaixão com Jesus ou para lhe aliviar o peso da cruz, mas simplesmente, porque não queriam atrasar a crucificação, ou talvez por medo de que ele viesse a morrer antes. Mas, em derredor deles não se achava ninguém que pudesse carregar a cruz. Lembramos a ordem de Deus: Se vires prostrado debaixo da sua carga o jumento daquele que te aborrece, não o abandonarás, mas ajudá-lo-ás a erguê-lo. (Êxodo 23.5) Mesmo do jumento de um inimigo deveríamos ter compaixão. Aqui está o Filho de Deus e ninguém para lhe ajudar a carregar a cruz. Onde estavam os discípulos, especialmente Pedro que estava pronto a morrer com Jesus? Estamos nós hoje prontos a nos empenhar no trabalho de levar o evangelho a todas as nações? Ou também nos esquivamos para ficar diante da televisão, em nossos momentos de lazer e recreações?
Os soldados não lhe ajudaram. Então um dos soldados viu um homem que veio do campo e olhou de curioso. Eles o agarraram e o obrigaram a carregar a cruz. Era Simão, de uma cidade ao norte da África, chamada Cirene. Provavelmente um judeu que
veio para a festa da páscoa e se hospedou numa cidade da circunvizinhança. Quando o chamaram, ele não quis, mas eles o obrigaram a isso. Realmente era algo muito vergonhoso carregar a cruz de um condenado. Além disso, isso o tornava impuro para participar das festividades da páscoa. Talvez fosse um motiv

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o porque lançaram mão de Simão que parecia ser um estrangeiro. Forçaram a Simão a carregar a cruz. Na noite passada, no jardim do Getsêmani, um anjo veio confortá-lo; aqui Simão precisa ajudar a carregar a cruz. Inesperada e fulminantemente Simão viu-se sob a cruz. Era acaso? Por que ele escolheu

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esse caminho? Por que os soldados tomaram a ele?

As pessoas dizem: Isto é acaso.Deus não vê isso assim. O profeta Jeremias afirma: Eu sei, ó SENHOR, que não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos. (Jeremias 10.23) E o salmista afirma: Ele, que forma (governa, dirige) o coração de todos eles, que contempla todas as suas obras. (Salmos 33.15) Esta hora que parecia para Simão horrível, tornou-se uma hora de grande bênção. Nesta hora Deus lhe abriu o céu para ele e para seus familiares. Não que o carregar da cruz o tivesse purificado,

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mas o colocou em contato com Jesus. Provavelmente ao chegar ao Gólgota, Simão não saiu logo dali, mas observou  atentamente os acontecimentos. Ouviu sobre Jesus, ouviu as palavras e a oração de Jesus. Estas palavras o levaram ao verdadeiro conhecimento de quem era Jesus, e à fé em Cristo. No dia de Pentecostes encontramos pessoas de Cirene em Jerusalém. Atos dos Apóstolos menciona seus filhos: Rufo e Alexandre. (Atos 19.33; Romanos 16.13) Em Cirene foi fundada uma das primeiras comunidades cristãs. Este encontro transformou-se num momento de grande bênção para Simão, sua família e sua cidade. O encontro com Jesus, seja sob que condições, traz bênção para as pessoas.

Eu vejo aquela cruz / na qual o meu Jesus / por mim foi pendurado, / levando o meu pecado. / Sua angustiosa morte / mudaram minha sorte. (HL 80.1)

Pastor Horst R. Kuchenbecker

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